28/03/2008 06:07

Conheça o curioso dia-a-dia dos jovens do Irã



Até 1979, o Irã era um país de costumes ocidentais em pleno Oriente Médio. A partir da chegada do aiatolá Khomeini ao poder, tudo mudou. O país passou a viver sob uma rígida interpretação da religião islâmica, tornando o dia-a-dia dos jovens iranianos bem diferente do nosso. Mas, entre quatro paredes, a galera de lá já começa a se soltar.



Tá na moda

As iranianas são obrigadas a cobrir os cabelos em público. Elas driblam as leis caprichando na maquiagem. Os garotos são fissurados por carros como o Peugeot 206 e o nacional Samand.



Balada que pega

Danceterias e bebidas alcoólicas são proibidas. As festas rolam dentro de casa — com as janelas bem fechadas para abafar o som. As populares casas de chá são pontos de encontro mais "comportados".



Da boca pra fora

Uma gíria bem comum é leng-e kafsh kohne, que quer dizer "sapato velho" e é usada para se referir a alguém que bajula muito outra pessoa.



Da boca pra dentro

Por menos de 15 mil riais (5 reais) a galera come um prataço do tradicional chelo kabab: arroz com carne grelhada, acompanhado com ovos e manteiga.



Passe livre

A maioridade legal é aos 18 anos, mas grande parte das restrições independe da idade: em público, as saias e calças das garotas devem cobrir os joelhos e os marmanjos não vestem bermudas. Ficar mais à vontade, só em casa.



Na fila do cinema

Premiado mundo afora, o cinema iraniano é bom, bonito e barato. Uma sessão custa, no máximo, 18 mil riais (cerca de 6 reais).



Hit parade

A diva da música iraniana é a cantora Googoosh [ foto acima ], mas ela vive nos Estados Unidos, já que o governo do Irã proíbe as mulheres de cantar no país. Música estrangeira, só pela internet.



Já sei namorar

Trocar carícias em público não pode. Por isso, paquera-se muito trocando mensagens pelo celular e pela internet. Não é à toa que os iranianos formam a terceira maior "população" do mundo conectada ao Orkut.



Controle remoto

Os cinco canais de televisão são controlados pelo Estado. Mas na capital, Teerã, as proibidas antenas parabólicas são toleradas pela fiscalização. Os programas do comediante Mehran Modiri [ foto acima ] fazem a moçada gargalhar.



Leitura básica

Os iranianos lêem muita poesia. Outra curiosidade é que o romance Veronika Decide Morrer, do brasileiro Paulo Coelho [ foto acima ], faz um baita sucesso por lá.

M. Estranho


enviada por ONEberto






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